Para aqui escrevi:
Sou a melhor mãe do mundo...
Sou mal humorada, dão-me "repentes" que apetece partir tudo, grito alto, sou exagerada.
Felizmente soube esperar, não ser mãe cedo permitiu-me aprender a respirar fundo, uma, duas, três vezes.
Ainda rebento, ainda grito, mas mais baixo, mais fraco, aprendi que tenho defeitos muitos. A mãe do Ruca não existe...
Às vezes preciso dar um estalo para me acalmar a mim, porque sei que quando começam as fúrias/birras ele não vê, ele não houve, ele não pára.
Onde já ouvi esta conversa?
Ha, está bem, era a minha mãe a falar da filha dela, a única rapariga que tem.
Há muito percebi porque levava tanta vez, é esgotante tais birras, com a agravante que a filha da minha mãe, a única rapariga que tem, não dormia de noite, não comia, e tinha duzentas mais birras que o meu filho, neto da minha mãe tem...
Apesar de saber que é um problema, desculpa mãe...
Lembrei-me agora... Afinal praga de mãe não cai... O meu filho é bem menos que: "Só te desejo que tenhas um filho/a que seja metade daquilo que tu foste"
Afinal não sou a melhor mãe do mundo, só a segunda melhor.
A minha mãe devia receber um prémio por não ter espancado/morto/dado para adopção a filha esgotante que teve, por amar incondicionalmente...
Adoro-te mãe.
R
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